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Twilight, suicídio mental AKA As aventuras gay do vampiro porpurina

Depois da febre dos “Tokio Hotel”, os jovens contraíram uma nova infecção, talvez mais depressiva e auto destrutiva: a febre do “twilight”.
Posso dizer, com certeza, que enquanto a epidemia “Tokio Hotel” esteve ao rubro, pude testemunhar através da televisão, internet ou ecrãs gigantes do rock in rio, a morte cerebral de resmas de jovens.
Estas, para além de chorarem convulsivamente, regurgitavam fan-fics nas quais, por mais hipotético que pareça, o Bill e o resto da trupe se transformavam em pseudo-anjos que as vinham libertar de um mundo vazio e desinteressante, e ainda apodreciam três semanas antes à porta do pavilhão onde se iria realizar o dito concerto, na esperança de ver chegar a banda ou então, no concerto, de ficarem tão perto do dito cujo que seria possível cheirar-lhe o suor. Muitas desmaiavam perante um momento tão intenso e eram consequentemente esmagadas por outras fans desesperadas. Verdadeiramente animalesco….
A única coisa que prezo esta banda é que nela se podia observar o verdadeiro sentido da palavra integração, se é que me entendem: o protagonista aspira a ser mulher, o irmão gostaria de ser preto e os outros (para além de um deles parecer um chimpazé), acho que só estavam a enfeitar.
(Falo no passado porque esta “peste” já não é o que era desde que o Bill se transformou numa esfregona humana, saiba-se lá porquê.)

Porém o “twilight” provou conseguir ir mais além do que uma simples banda de ouriços gays.
De facto, consegui observar ao longo do ano uma espécie de metamorfose das fans desta banda que, de um momento para outro, ao lerem o dito livro, abandonaram esta obsessão e partiram para outra bem pior.
Estas ao lerem o livro, parece que foram possuídas por alguma espécie de espírito demoníaco e de cada vez que alguém o critica negativamente estas espumam da boca, contorcem-se, esperneiam, mordem e berram. Bem se a inquisição ainda existisse teria que atear muitas fogueirinhas. (Se querem tirar a prova dos nove vejam isto http://www.youtube.com/watch?v=-turfrcQY-w&feature=related)
Quando me deparei com o “Twilight” pela primeira vez quase tive um colapso mental. Foi tão traumático ler aquilo que até me custa lembrar.
Desde vampiros porpurinas, Mary Sues, lobisomens pedófilos e rastafáris, há simplesmente tudo o que possam imaginar.
Em primeiro lugar, a escrita da criatura é a coisa mais ridícula que eu já li impresso em formato de livro, e olhem que eu já li muita porcaria.
O “twilight” não tem qualquer tipo de enredo e para além disso, a Stephenie mesmo quando cria alguma personagem nova ou tenta desperadamente criar algum tipo de enredo, acaba por se esquecer deles literalmente.
Após 400 páginas á espera que a acção se desenvolva, chegamos á conclusão que esta nuca se irá desenvolver.
A Bella Swan para além de ter um nome bastante óbvio ( Bella=Bela e Swan=Cisne) é a típica Mary Sue: bonita, chata, desastrada, todos gostam dela e irreversivelmente imbecil.
Depois conhece Edward Cullen, um vampiro que lhe salva a vida dela e frequenta a mesma escola que ela. Uma das coisas que mais me chocou neste livro é o facto da autora passar cada frase do livro a descrever quão magnifico é a criatura, que de tão bela e brilhante fariam os olhos do comum dos mortais explodir em êxtase. A sério, vale a pena ler mais 100 só para ter mais umas descrições pormenorizadas do seu peito incandescente…….
E porquê brilhar?!? Para além de ter mais de 100 anos e ser virgem, ser vegetariano ainda tem que brilhar!!! Sinceramente, até os tampões são melhores vampiros que o Edward!
Para além de todos os pormenores grotescos que nos são dados do aspecto físico das personagens, psicologicamente estas têm uma personalidade equivalente á de uma galinha. (Ate as galinhas têm uma personalidade mais desenvolvida)
Depois de me ter martirizado a ler todos os livros da saga, continuo sem conhecer a Bella, apesar de ser ela a narrar a história no seu ponto de vista.
Outra coisa que me deixou bastante desconfiada foi, já que as personagens não demonstravam qualquer carácter, em que é que se baseava o amor entre Edward e Bella?? Do que eu consegui perceber, o Edward gostava do cheiro da Bella, e ela gostava da beleza dele.
Não sei bem, mas é um pouco estranho…..
No geral, posso dizer com certezas que a história desta pseudo-saga, a meu ver, não passa de uma espécie de fantasia sexual da autora que, ao ter um sonho super excitante no qual os vampiros eram bolas de discoteca com pernas, decidiu escrever uma espécie de “livro” de forma a partilha-la com uma série de outras criaturas maníaco-depressivas.
Sinceramente, prefiro os Tokio Motel…..
Para além de todos os pormenores grotescos que nos são dados do aspecto físico das personagens, psicologicamente estas têm uma personalidade equivalente á de uma galinha. (Ate as galinhas têm uma personalidade mais desenvolvida)
Depois de me ter martirizado a ler todos os livros da saga, continuo sem conhecer a Bella, apesar de ser ela a narrar a história no seu ponto de vista.
Outra coisa que me deixou bastante desconfiada foi, já que as personagens não demonstravam qualquer carácter, em que é que se baseava o amor entre Edward e Bella?? Do que eu consegui perceber, o Edward gostava do cheiro da Bella, e ela gostava da beleza dele.
Não sei bem, mas é um pouco estranho…..
No geral, posso dizer com certezas que a história desta pseudo-saga, a meu ver, não passa de uma espécie de fantasia sexual da autora que, ao ter um sonho super excitante no qual os vampiros eram bolas de discoteca com pernas, decidiu escrever uma espécie de “livro” de forma a partilha-la com uma série de outras criaturas maníaco-depressivas.
Sinceramente, prefiro os Tokio Motel…..
sexta-feira, abril 23, 2010
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Etiquetas:
livros e afins,
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1 comentários:
Ah, uma ode a todos os Twitards do planeta...
Gostei da critica aos Tokio Motel >:D
Ja consideraste apresentar isto a portugues? lol xD jk
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